• "Às vezes é preciso se render ao fantástico, parar de buscar respostas ou conclusões. Às vezes devemos simplesmente deixar o mito e a lenda tomarem os seus lugares. É isso que conta. É isso que nos faz diferente..."

    JBAlves

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sábado, 25 de outubro de 2014

Babylon 5: Uma série de Ficção Científica, um espelho do mundo real.

"It is the dawn of the third age of mankind, the middle of the twenty-third century. Man is far from alone in the universe.

Babylon 5 is the story of the last of the Babylon stations, the last hope for a galaxy without war. It begins in the year 2257 with the opening of the Babylon 5 station."


Existem séries de TV que são puro entretenimento. No entanto, existem alguns programas que continuam ecoando, inspirando e moldando a nossa maneira de pensar, imaginar e escrever. A série Babylon 5 de 1993 é uma dessas séries que tem o poder de mudar a forma como vemos as coisas.

Para mim, essa é a série que me acompanha toda vez que escrevo ou imagino uma história pois seus roteiros, personagens, cenários e reflexões tocaram profundamente a minha maneira de refletir sobre o mundo e de encarar o estranho e o maravilhoso de formas diferentes.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Para que serve o mito?




O mito foi a nossa primeira forma de narrativa. Sua função inicial foi explicar a realidade. Como surgiu uma montanha, uma planta, um medicamento, um alimento, uma atividade humana, como surgiram os animais, como surgiu o homem e como tudo isso um dia vai desaparecer (mitos escatológicos).
“Perante o mito, somos todos como Narciso: inebriados pela imensidão e beleza da imagem mítica quando, na verdade, observamos nosso próprio reflexo, nossos eus idealizados em seres e narrativas que nos servem de modelo. Buscamos o equilíbrio perdido”. Hertz Wendel.
Segundo Joseph Campbell, mitólogo americano e consultor dos primeiros filmes da saga Star Wars, em seu livro Mito e Transformação, o mito possui quatro funções básicas:
1) A busca pelo equilíbrio entre natureza e cultura, entre a natureza e o homem. O mito, então, representa o retorno ao estado primordial do homem, à sua ancestralidade, ao momento urobórico (inconsciente) em que homem e natureza eram um só elemento;